Sinto-me triste ao ver-te sair,
De esperança e ânsia no teu regresso,
Chegas como se não tivesses voltado,
Estás presente e acumula uma incomodidade pelo teu silêncio.
Finalmente dormes.
Adormeces sem dar conta que olho para ti e não sei quem és.
Amanhã adivinho ver-te sair,
Recordo como ontem estavas serenamente deitada a dormir e já tinha saudades tuas, porque hoje não estavas.
Morreste, e tenho saudades tuas, daqueles momentos em que ainda não tinhas saído ou acabada de chegar, de onde ainda não te ausentavas do corpo inerte que eu observava.
Morreste e só te conheci por fora.
Quem foste tu...
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