domingo, 27 de novembro de 2022

"Se o universo como um todo e abrangente com tudo o que é corpo celeste conhecido ou por conhecer, é considerado infinito porque o ser humano não conseguiu atingir o limite para lá da vastidão do espaço e tempo, podemos aceitar com base na razão filosófica que o infinito é a face que seduz e justificação para a limitação tecnológica do homem criador. Como  não é possível aceitar o imensamente finito, atiramos para lá da fronteira cognoscível, a possibilidade do universo acabar numa qualquer estrutura semelhante a uma caixa.
O racional empírico que evoluiu de Sócrates e Platão até aos primeiros viajantes cosmonautas, impede o ser humano confuso e perseguido pela dialéctica da existência de Deus, criar uma fórmula sustentável que suporte a ideia da existência de múltiplas e também infinitas caixas que encerram outros universos imensamente imperscrutáveis...
A ideia que torna o ser humano refém da alegoria Deus, não o permite aceitar a possibilidade de um Deus menor ou de outros equiparados em cada um desses universos.
Chegaram aos principais telescópios em solo terrestre uns intrigantes sinais de rádio. Codificados e não inteligíveis pelas máquinas criadas pela tecnologia existente."

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